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Consumo da classe C já se assemelha ao do público de maior renda

Publicado por varejoeconsultoria em 8 08UTC fevereiro 08UTC 2010

Pesquisa patrocinada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) apontou que as pessoas dessa camada sócio-econômica têm um potencial de consumo próximo ao do público de maior renda. No entanto, para adquirir bens, necessitam recorrer a financiamentos. E isso as coloca no mesmo patamar de dívidas que a classe D.
O estudo foi feito pelos cientistas políticos Amaury de Souza e Bolívar Lamounier, e se concentrou principalmente nas famílias com renda de R$ 1.115 e R$ 4.807.
O levantamento definiu, entre outros fatores, o que esses consumidores consideram necessário para pertencer à classe média. Para 93%, é preciso ter um padrão de vida estável. Em segundo lugar, foi citado ter casa própria. Segundo a pesquisa, 79% dos consumidores da camada C possuem seu imóvel, enquanto o percentual é de 83% entre os mais ricos. Entre os que ainda não adquiriram a casa própria, 56% pretendem fazê-los nos próximos 12 meses.
Outra constatação é de que apenas 55% dos entrevistados possuem carro. Na classe A/B, a presença do automóvel alcança 92%. Já quando o assunto é eletrodomésticos e eletrônicos, a distância é praticamente anulada. Em 100% dos lares de nível sócio-econônico C existe televisão. Em itens como geladeira, rádio, aparelho de DVD e lavadoras a presença é igual entre o público C e o A/B.
A exemplo de outros levantamentos, o estudo da CNI confirma que o nível de endividamento é alto: 34% dos entrevistados da classe C afirmam que tiveram de contrair empréstimos para cobrir gastos nos últimos meses. Entre o público de maior renda, o percentual cai para 21%.
Para o pesquisador Amaury de Souza, falta bastante para que essa nova classe média – o público C – se estabeleça de forma mais sólida. Isso porque, apesar do aumento da renda, a instabilidade é grande. Muitos empregos não são fixos, o que faz a renda oscilar.
Apesar disso, o estudo identificou que esses consumidores preferem ter o próprio negócio do que um trabalho com registro em carteira, diferentemente do que ocorre nos grupos de maior renda.
Fonte: O Estado de S. Paulo/Amis

Consumo da classe C já se assemelha ao do público de maior rendaPesquisa patrocinada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) apontou que as pessoas dessa camada sócio-econômica têm um potencial de consumo próximo ao do público de maior renda. No entanto, para adquirir bens, necessitam recorrer a financiamentos. E isso as coloca no mesmo patamar de dívidas que a classe D.O estudo foi feito pelos cientistas políticos Amaury de Souza e Bolívar Lamounier, e se concentrou principalmente nas famílias com renda de R$ 1.115 e R$ 4.807.O levantamento definiu, entre outros fatores, o que esses consumidores consideram necessário para pertencer à classe média. Para 93%, é preciso ter um padrão de vida estável. Em segundo lugar, foi citado ter casa própria. Segundo a pesquisa, 79% dos consumidores da camada C possuem seu imóvel, enquanto o percentual é de 83% entre os mais ricos. Entre os que ainda não adquiriram a casa própria, 56% pretendem fazê-los nos próximos 12 meses.Outra constatação é de que apenas 55% dos entrevistados possuem carro. Na classe A/B, a presença do automóvel alcança 92%. Já quando o assunto é eletrodomésticos e eletrônicos, a distância é praticamente anulada. Em 100% dos lares de nível sócio-econônico C existe televisão. Em itens como geladeira, rádio, aparelho de DVD e lavadoras a presença é igual entre o público C e o A/B.A exemplo de outros levantamentos, o estudo da CNI confirma que o nível de endividamento é alto: 34% dos entrevistados da classe C afirmam que tiveram de contrair empréstimos para cobrir gastos nos últimos meses. Entre o público de maior renda, o percentual cai para 21%.Para o pesquisador Amaury de Souza, falta bastante para que essa nova classe média – o público C – se estabeleça de forma mais sólida. Isso porque, apesar do aumento da renda, a instabilidade é grande. Muitos empregos não são fixos, o que faz a renda oscilar.Apesar disso, o estudo identificou que esses consumidores preferem ter o próprio negócio do que um trabalho com registro em carteira, diferentemente do que ocorre nos grupos de maior renda. Fonte: O Estado de S. Paulo/Amis

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Metade dos brasileiros come fora de casa

Publicado por varejoeconsultoria em 4 04UTC fevereiro 04UTC 2010

Uma pesquisa da GFK Brasil, divulgada na semana passada, revelou que 51% dos brasileiros comem fora de casa com frequência
O número de pessoas que sai para comer, tanto nos dias de trabalho quanto nos fins de semana, já chega a 23 milhões de pessoas, ou seja, aproximadamente 12% da nossa população.

De acordo com o levantamento, 24% comem fora somente aos sábados e domingos, enquanto 16% fazem isso somente durante a semana. A preferência é o restaurante a quilo, frequentado por 42% dos entrevistados. Em segundo lugar ficam os à la carte, com 35%, seguidos das lanchonetes, com 21%. Em último lugar, vêm os restaurantes em praças de alimentação de shoppings, com apenas 9% da preferência.

O gasto médio semanal com almoço fora de casa é de R$ 67. O jantar sai ainda mais caro – R$ 77, em média, por semana. Ainda segundo o estudo, quem mais come fora de casa são os jovens entre 18 e 24 anos e pessoas das classes sociais mais altas. Nas classes A e B, 67% das pessoas fazem refeições fora do lar. Quanto ao gênero, 56% dos que saem para comer são homens e 42% mulheres.

Fonte: Blue Bus – 29/01/10

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Varejo com folego em 2010

Publicado por varejoeconsultoria em 4 04UTC fevereiro 04UTC 2010

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A partir de hoje, empresas devem entregar arquivo digital para Receita

Publicado por varejoeconsultoria em 1 01UTC fevereiro 01UTC 2010

A ação é destinada a empresas que não são obrigadas a realizar a EFD (Escrituração Fiscal Digital). Elas devem entregar arquivo digital para aReceita Federal com as informações dos documentos de entrada e saída relativos ao período de apuração de crédito, a partir desta segunda-feira,1.

A medida é essencial para o reconhecimento do direito dos créditos das contribuições PIS/Pasep (Programa de Integração Social) e Cofins (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social).

Nova regra
Publicada por meio de instrução normativa no Diário Oficial da União em 21 de dezembro de 2009, a nova regra estabelece que as empresas que apuram créditos das contribuições para o PIS/Pasep e a Cofins com base nos artigos 27 a 29 e 42 da Instrução Normativa, somente terão seus pedidos de ressarcimento e compensação recepcionados pela Receita Federal após a prévia apresentação do arquivo digital.

O arquivo digital deverá ser transmitido por meio do sistema validador e autenticador de arquivos digitais-SVA, disponível no site da Receita Federal, com a utilização do certificado digital válido.
Fonte: Infomoney

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Rei do Mate cresce 15% e quer abrir mais 40 unidades

Publicado por varejoeconsultoria em 30 30UTC janeiro 30UTC 2010

A rede Rei do Mate comemora o desempenho de 2009, quando cresceu 15% em numero de unidades comparado com o mesmo período do ano anterior, e pretende continuar acelerada expansão este ano, com a meta de assinar 40 novos contratos com franqueados e aproveitando o crescimento das classes C e D. No ano passado, a rede também assinou 40 contratos e inaugurou 24 novas franquias, chegando a 280 pontos em operação em 17 estados brasileiros. A companhia registrou ainda bom aumento nas vendas, que atribuiu principalmente ao “constante processo de revitalização das lojas que contempla mudança no layout, unidades, logotipo, cardápio, uniforme dos funcionários”, que foi consolidado em 2009. De acordo com João Baptista, diretor de Franquias do Rei do Mate, grande parte das unidades já passou pelo retrofit, o que estimula resultados positivos e mudanças. Com os bons números conquistados pelas lojas até dezembro, as expectativas são boas para os próximos meses, quando devem continuar sua expansão, sendo que as principais praças de crescimento da rede serão São Paulo, Rio de Janeiro, além de regiões no Sul do País como Paraná e Santa Catarina. A rede, que possui 30 anos de mercado, afirma que também está se modernizando para atender a clientes de diferentes classes sociais e se beneficiando com o momento do aumento da classe C e D. Fonte: DCI

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Bar de São Paulo inova e pregão de bebidas vira atração

Publicado por varejoeconsultoria em 21 21UTC janeiro 21UTC 2010

Em simulação, software criado especialmente pela casa calcula o preço médio dos drinks, que oscila conforme a demanda
Wall Street Bar, que abriu suas portas na primeira quinzena de dezembro no Itaim Bibi, traz um conceito inédito de entretenimento e interatividade para a noite paulistana. Inspirada na Bolsa de Valores de Nova York, a casa proporciona a experiência para seus clientes operarem, em tempo real, o preço dos drinques do bar, em um modelo baseado nas negociações de títulos nos pregões.

A casa, dos sócios Fabio Alguim, Christian Montgomery, Thiago Armentano e Thomaz Rothmann, criou uma tecnologia que faz o preço das bebidas oscilarem de acordo com o volume de vendas, obedecendo à lei da oferta e da procura.   Um software especialmente desenvolvido pela casa calcula o preço médio das bebidas. As categorias das “ações” do bar foram montadas graças a uma fórmula criada por economistas, matemáticos e estatísticos. Painéis de LED similares às dos famosos pregões estarão em volta do bar passando as cotações das bebidas para o público, no mesmo estilo das informações das bolsas de valores em todo o mundo.

Quando o bar atinge uma determinada meta de vendas, os preços se estabilizam, voltando ao patamar inicial. As comandas da casa são individuais e, para garantir que não existam conflitos por causa da oscilação de preços, um extrato é produzido para cada pedido confirmado. Os clientes podem fazer suas “ofertas” – isto é, os pedidos de bebidas – por meio de telastouchscreen nas mesas. Este cardápio eletrônico também dá acesso ao menu de petiscos e sanduíches appe (cujos preços são fixos) e a uma interessante jukebox, onde o cliente terá a oportunidade de selecionar a música ambiente da casa.

Entre as bebidas oferecidas estão cervejas, uísques, cachaças e drinques, que vão dos clássicos, como Dry Martíni e Sex on the Beach, até composições temáticas, como o Blue Chips (aperitivo Aperol, suco de maçã, licor Frangelico e energético Everlast), o Hedge (néctar de frutas vermelhas, vodca e licor Creme de Fraise) e o Holding (limão siciliano, tangerina, lichia, vinho do porto branco e refresco de maracujá)

Já o cardápio de petiscos, criado pelo chef Marcelo Giachini, conta com uma série de pratos criados exclusivamente para a casa, como os cones de parmesão com sete tipos de recheio à escolha do cliente, o tartar de salmão com chips de abobrinha e kebabs como o de frango com ameixa, bacon e molho de mel. Giachini, de 32 anos, é formado pela Le Cordon Bleu de Paris e já trabalhou no restaurante Marie, em Bruxelas, na Bélgica, premiado com uma estrela no guia “Michelin”.

A decoração e arquitetura da casa, assinadas pelo famoso arquiteto João Armentano, são inspiradas nos prédios da mítica rua dos negócios de Nova York que batiza o local, com direito a uma reprodução em fibra de vidro do famoso touro de Wall Street logo na entrada. Além do pregão de bebidas, o bar também conta com mesa de sinuca instalada num confortável lounge, com sofás e luz mais baixa. Neste espaço, o cliente terá a opção de conectar seu iPod ou celular a um dock, definindo a música desta área reservada. Algumas paredes terão como decoração o grafite do conceituado artista plástico Loro Verz.

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Com a compra da Cadbury, Kraft se torna maior fabricante de doces no mundo

Publicado por varejoeconsultoria em 21 21UTC janeiro 21UTC 2010

Após concluir ontem a aquisição da Cadbury por US$ 19,5 bilhões, a Kraft Foods se tornou a maior empresa de doces do mundo. Com a compra, passa a deter 14,9% do mercado global, enquanto a Mars, fabricante dos chocolates M&M’s, fica com 14,8%.

No Brasil, o negócio fará com que o faturamento da Kraft aumente em R$ 1 bilhão, chegando a R$ 5 bilhões. A empresa teve receita líquida de R$ 2,21 bilhões em 2008 (os resultados de 2009 ainda não foram divulgados) e apresentou crescimento de 10% em relação a 2007. O principal objetivo da companhia com a aquisição da Cadbury é usar o potencial da empresa para crescer nos mercados emergentes como o Brasil.
Fonte: Valor EconômicoDCI

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Santander confirma entrada no setor de cartões

Publicado por varejoeconsultoria em 15 15UTC janeiro 15UTC 2010

banco formalizou nesta última quinta-feira, 14, o ingresso no setor de cartões no Brasil e passa a ser a primeira grande instituição financeira a confirmar que vai disputar o mercado, hoje dominado pelaRedecardCielo (ex-Visanet). Um dos maiores adquirentes do mundo, o banco assinou uma parceria com a empresa de processamento e transações eletrônicas GetNet para iniciar sua atuação nesse segmento.

Até o final do semestre, o banco planeja desenvolver e comercializar serviços de captura e processamento de transações de cartões de crédito e débito da Mastercard. Estabelecimentos comerciais poderão contratar o Santander para o fornecimento da tecnologia necessária para aceitar pagamentos com essa bandeira. Quando o acordo de exclusividade entre a Visa e a Cielo for encerrado, é quase certo que o banco passará a processar transações de pagamentos com cartões Visa. “No futuro, outras bandeiras serão incorporadas”, diz o Santander em nota.

O banco informou que não detalharia sua estratégia de entrada no mercado de cartões. O pior cenário para os acionistas da Cielo e Redecard seria com uma possível decisão do Santander de ganhar mercado dos concorrentes com tarifas bem abaixo das praticadas atualmente, o que seria bastante positivo para as empresas do varejo.
Fonte: Exame

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Frigorífico JBS-Friboi acerta a compra Parmalat

Publicado por varejoeconsultoria em 8 08UTC janeiro 08UTC 2010

Laep, controladora da Parmalat no Brasil, admite que estuda venda de ativos O Grupo JBS-Friboi, maior empresa na área de alimentos do país, deve anunciar em breve a aquisição da Parmalat, conforme antecipou o blog Primeiro Lugar, de EXAME. O negócio foi acertado depois de meses de conversa entre os irmãos Batista, controladores do JBS, e o investidor Marcus Elias, principal acionista da Parmalat. A Parmalat confirma que negocia a venda de alguns ativos com diversas empresas, mas nega que o negócio esteja fechado. O JBS-Friboi não comentou. Já a produtora de frangos americana Pilgrim\’s Pride eliminou 230 cargos de sua estrutura, uma das ações incluídas na primeira fase da integração com a JBS USA.


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Empresas de varejo se destacam na Bolsa de Valores

Publicado por varejoeconsultoria em 7 07UTC janeiro 07UTC 2010

Com o forte aumento das vendas no quarto trimestre de 2009 e a expectativa de bons resultados no acumulado do ano, as ações das redes varejistas apresentaram valorização acima do índice Ibovespa. A alta, em alguns casos, foi superior a 100%. Entre os destaques do ano estão o GPA (Grupo Pão de Açúcar), a Riachuelo e a Renner.

No ano passado, as ações do GPA aumentaram 112,4%. E as perspectivas para este ano continuam positivas depois de a empresa ter surpreendido o mercado com duas grandes aquisições: a do Ponto Frio e a da Casas Bahia, duas das maiores redes de eletroeletrônicos do País. Com isso, alcançou um faturamento de R$ 40 bilhões, ultrapassando os concorrentes CarrefourWalmart.

A expectativa inicial é de que os ganhos de sinergia com a Casas Bahia chegue a R$ 2 bilhões após a integração das operações. Mas, segundo um relatório divulgado pelo banco Bradesco, esse valor é conservador e há espaço para economias ainda maiores.

Para Marcos Gouvêa, sócio da consultoria GS&MD, as variáveis econômicas, como expansão do crédito, do emprego e da massa salarial, indicam que este ano pode ser muito bom para o varejo. A consultoria projeta um crescimento de 5,5% a 6,5% para o comércio em 2010.
Fonte: Valor Econômico

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