10 Dicas Quentes para seu e-commerce nao micar!

No Brasil, o mercado web vem crescendo bastante, mas é preciso estar atento para transformar o empreendimento em uma loja virtual de sucesso

Cada vez mais novos empreendedores estão aderindo ao negócio pela internet. Entre um dos principais fatores para essa decisão está na praticidade de não precisar ter um espaço (loja física), custos de manutenção reduzidos e estar disponível ao público 24 horas por dia, sete dias por semana.

Mas se você está começando direto pelo mundo virtual, é extremamente importante redobrar a atenção. Ter um e-commerce é como ter uma loja física, e requer muitas ações para os consumidores, como num Varejo tradicional.

Além disso, há uma crescente também no número de consumidores desse mercado. Diariamente milhões de pessoas acessam portais de leilão, lojas virtuais e outros web sites de comércio virtual atrás de preços mais baixos, comodidade, além de poupar tempo e trabalho de ir até uma loja física.

Somente no ano passado, as compras feitas pela internet totalizaram mais de R$ 20 bilhões, e para este ano, a previsão é de pelo menos 30% de crescimento, segundo pesquisa realizada pelo e-bit.

Mas apesar do crescimento do comércio online, alertamos que não basta apenas montar um site para garantir o sucesso do empreendimento e uma fatia do bolo do crescimento do e-commerce.

Para o negócio dar certo, é necessário ter um planejamento e toda infra-estrutura que permita a viabilidade da loja virtual. Se o site não oferecer a praticidade que o internauta busca, como, por exemplo, encontrar a informação até o terceiro clique, o consumidor não voltará e ainda ficará com uma imagem negativa da sua marca.

Veja as dicas que preparei pra quem quer montar um negócio virtual e obter os melhores resultados do e-commerce:

  • 1 – Faça um planejamento cuidadoso do seu empreendimento. Assim como para uma empresa física, defina a missão, o objetivo e os valores do seu negócio.
  • 2 – Aponte todos os possíveis custos: montagem do site, manutenção, quais ferramentas que terá que contratar para o seu e-commerce, os custos com estoque e como serão as despesas de logística (via Correios ou empresa terceirizada), e como estes custos serão absorvidos.
  • 3 – Verifique quais serão as formas de pagamento ao cliente e lembre-se que se for transação via cartão de crédito ou débito, há uma taxa a ser paga.
  • 4 – É importante sua loja virtual estar nas principais redes sociais, como twitter, facebook, entre outras – importante analisar onde está seu público comprador – por exemplo pode ser mais importante estar num LinkedIn se seu produto for um B2B por exemplo, ou estar num Facebook para um produto mais de “moda” ou “teen”. O contato direto com o consumidor fortalecerá a imagem da empresa e permitirá uma divulgação mais rápida de promoções e ações de marketing.
  • 5- Acompanhamento das demandas do site em tempo integral e, se possível, disponibilizar um chat, que tem grande aceitação pelo público. Rastreamento do andamento da entrega também é bem importante.
  • 6 – Muitas pessoas optam por estruturar seu negócio em um blog. Não recomendo, porque, por mais que as ferramentas hoje estejam mais completas e o custo seja menor do que montar um site, não passa a credibilidade necessária em um e-commerce.
  • 7 – Atualização diária é um dos itens mais importantes para reter a atenção do consumidor. Se perceber que o site está há dias desatualizado, ele perde o interesse. Afinal, o público internauta é ávido por notícias atualizadas.
  • 8- Imagens, Fotografia. Seja profissional, se seu produto requer um apelo visual, não subestime o valor da imagem! Fotos, vídeos e depoimentos ajudam, MUITO, a vender mais.
  • 9- MarketPlaces. Analise a possibilidade de além de ter seu prórpio e-commerce, também fazer parte de um marketplace que reúna várias lojas e com isto traz um fluxo maior de visitantes. Vale a comissão paga.
  • 10-Mobile. Muitas compras são feitas no impulso, e grande parte do impulso está no mundo mobile. Programe-se para ter uma versão responsiva ou um aplicativo para que seus clientes comprem pelo smartphone.

Muitas pessoas tiram sua renda inteira vendendo produtos na Internet. Caso você esteja pensando em abrir um negócio virtual, tenha em mente que para seu empreendimento dar certo será preciso muito empenho, dedicação e planejamento.

Dúvidas ou mais dicas, deixe nos comments!

Bons Negócios! Se precisar de apoio para montar um e-commerce de sucesso, entre em contato conosco.

Marcio Blak, é um entusiasta por varejo, e-commerce e tecnologia em geral, e atualmente é General Manager, http://www.VarejoEConsultoria.com.br

Varejo: So existe uma relacao – independente do canal.

Uma transação comercial, no varejo, somente tem duas pontas. O comprador, consumidor e o vendedor, varejista – a loja. Independente do meio de compra, seja online ou offline, seja telefone ou pessoalmente, sempre o consumidor será o mesmo e o varejista também.  Não existe esta de “nós somos a loja online da marca XYZ”, e “nós somos a loja física da marca XYZ”, é tudo uma coisa só, e o consumidor já sabe disto há muito tempo.

Por este motivo, falar de “omnichannel” é meio que chover no molhado, ou mesmo que falar o óbvio, mesmo que nem todos tenham percebido ainda.

Sim, de fato, ainda hoje, é fácil encontrar canais diferentes com modelos de comercialização diferentes, para as mesmas duas pontas – vendedor e comprador. E, insisto, não faz sentido! Falar de promoções diferentes, pode até fazer um certo sentido, mas operacionalmente é preciso unificar os discursos e as políticas.

Varejistas, no Brasil e no mundo, estão percebendo – e já estão atrasados – que o consumidor quer – e pode – pesquisar e comprar, por exemplo, via smartphone, na web, e ir buscar na loja física. Ou experimentar na loja física e, complementar sua compra em um catálogo online – mesmo dentro da loja física – e receber tudo bonitinho em casa. As vezes no mesmo dia, inclusive.

Por estas e outras, que não só de sistemas informatizados ou treinamento especializado de equipes faz-se necessários para que todo este mecanismo funcione.

A estratégia da corporação ou – da sua pequena lojinha de esquina – tem que mudar para que todos estes canais conectem o mesmo comprador ao mesmo varejista, e permita esta plena identificação.

Muitos especialistas e entusiastas do varejo estão falando sobre isto neste  momento – nesta semana acontece o Latam Retail Show, em SP – muitos já ouviram falar na NRF deste ano, mas será que sua operação já está “sendo modificada” e indo para prática?

Se eu puder contribuir com algumas dicas:

  • Atualize seus sistemas legados, como softwares de e-commerce para que integrados ao software de ponto-de-venda, possam controlar de forma única as ofertas de estoque
  • Treine mais e melhor seus funcionários – dê ferramentas online para eles atenderem “mais completamente” seus consumidores em suas lojas.
  • Modifique a política de comissionamento de vendedores para que eles não joguem contra, ao ter que integrar uma complementação da venda física com uma online. Isto vale para repasses de franquias também – já que muitas operações online são mantidas pelos franqueadores nacionalmente.
  • Por que não? Implemente um sistema de identificação de presença física pelo smartphone do seu consumidor em sua loja, ou nas proximidades;
  • Crie relacionamento virtual e pessoal, constante.

Busque apoio de especialistas em negócios e também em TI para que isto tudo flua de forma transparente em sua operação.

Só como rápida reflexão de uso de dados para fins estratégicos em sua operação, como vamos tratar, a médio prazo, se o “Joao da Silva” que comprou hoje na loja física, e ontem no e-commerce, não “são os mesmos” no seu banco de dados? Como fazer um oferta para este cliente ou mesmo acumular seus “pontos de fidelidade”, coisas mega óbvias, que dão um bom nó em sua TI.

Então, vamos fazer deste restinho de 2015, um novo começo para nossas operações e já traçar estratégias definitivas e consolidades para os próximos anos.

Bons Negócios! Quero ver seus comments, concordando ou não comigo e com o post!

Ah.. e se ainda não estivermos conectados aqui no LIn, adicione-me!

Marcio Blak é um entusiasta em tecnologia e varejo, e é gestor da www.VarejoEConsultoria.com.br

[Cozinha Profissional – Matéria de Capa] 10 estratégias para o sucesso / 7. Automação

Minha participação com o item 7. Automação, na matéria de capa da Revista Cozinha Profissional, de junho 2015.

Em relação ao controle de retaguarda, podemos pensar na grande quantidade e variedade de insumos que precisamos controlar. Um controle de estoque manual é impensável atualmente.

segue a matéria…

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Como montar uma boa estrutura de TEF?

TEF

Bom, para começar, você sabe o que é TEF? A Transferência Eletrônica de Fundos, ou TEF, é mais conhecido como pagamento eletrônico de cartão de crédito, débito e outros vouchers.

Se você é um varejista, certamente já se deparou com está questão, implementar ou não um sistema de TEF e acabar com as famosas “maquininhas” POS avulsas. Durante um certo tempo, foi até obrigatória – mas como tudo que é obrigatório neste país, nem sempre é feito – sua implementação mediante um dos convênios do ICMS, mas que após muito lobby foi derrubado…. mas será que não é vantagem usar?

Sim, pelo menos eu acho e recomendo. O TEF traz muitas vantagens para varejistas organizados num mínimo grau de automação e com fidelidade fiscal.

Muitos acham que o TEF é so o ato de passar o cartão e validar, mas existe muito mais resultado por trás disto. Por exemplo, no TEF, você tem todo tracking do pagamento vinculado corretamente a venda, aos itens vendidos. Você, em alguns sistemas de TEF, consegue inclusive fazer a tão famigerada conciliação com os recebimentos no banco, de forma automatizada. Além da velocidade no atendimento dada aos clientes.

O TEF é muito utilizado em redes de supermercados, em fast-foods, e no pequeno e médio varejo em geral. Um dos poucos segmentos que conheço que não se “deu muito bem” com o TEF foi o de restaurantes (a la carte), principalmente pela questão do POS do TEF, estar fisicamente preso ao ponto-de-venda, e não ir até a mesa, mas hoje em dia já existem algumas soluções legais para isto, inclusive com o advento da NFC-e.

Mas todo este papo é legal, mas sem uma boa infraestrutura, certamente você terá muito mais dor-de-cabeça do que solução.

Para montar um sistema de TEF, principalmente se sua estrutura é composta de várias lojas, você precisa um pouco da ajuda da tecnologia.

Montar VPNs entre as lojas e a sede, e a partir dali, de um “concentrador”, chegar a seu provedor de TEF e as adquirentes. Este é o modelo ideal. Mas para isto são necessários roteadores especiais, contingência pois os links de internet podem cair, entre outros aspectos, que um bom monitoramento de rede 7x24h, pode lhe prover.

Lembre-se que hoje em dia, quase 80% das transações são feitas através de cartões de crédito ou débito, cheque e dinheiro vivo estão morrendo.

Imagine ficar sem uma conexão para validar a venda em cartões? Isto é prejuízo! Não tem outra palavra!!

Então, se você está tendo problemas no TEF, antes de xingar o seu provedor do software de TEF, verifique sua infra, veja se suas conexões de rede local no PDV (rede interna), roteadores, internet, matriz, x.25 / vpn, entre outros “pormenores” estão todos “no ar” e funcionais.

Um simples conector RJ-45 com defeito pode por tudo a  perder.

Um checklist antes de implementar um TEF:

  • .Meu software de frente-de-loja é compatível ? Com quais softwares de TEF estão homologados?
  • Qual custo do TEF? Tem valor mensal recorrente? Qual custo por transação?
  • Minha rede local está bem estruturada?
  • Tenho bons links de internet nas lojas?
  • Tenho contingência via GSM? É automática?
  • Tenho PINPAD ou está incluso no serviço de TEF o comodato deles?
  • Tenho roteadores próprios para VPN entre as lojas e a matriz?
  • Tenho conexão de dados adequada da Matriz até as adquirentes
  • Meu TI entende de TEF?
  • Quem vai me dar suporte quando sair do ar?

Mas, se mesmo assim, você quiser trocar uma idéia, ou mesmo implementar uma infra bacana de TEF em seu negócio, mande um inbox pra gente.

Bons Negócios !

Marcio Blak, General Manager, www.VarejoEConsultoria.com.br

Seu novo webBI para Automação – www.Autocubo.com.br

Em breve, entrará o em operação o novo portal http://www.AutoCubo.com.br, sua ferramenta on-line de Business Inteligence para Automação Comercial. Compatível com qualquer base de dados relacional – SQL Server. Indicado para consultas a informação para tomada de decisões rápidas.

Linx parte para aquisições

Com aporte do BNDESPar, Linx parte para aquisições
Grupo Linx anuncia incorporação das empresas CSI e Intercommerce e eleva Linx Sistemas à posição de maior software house para o varejo da AL e a segunda maior empresa de software do Brasil. Investimentos em aquisições nos últimos dois anos totalizam R$ 100 milhões. Faturamento em 2010 atingirá R$ 130 milhões e, até 2014, a meta é crescer mais de 200%. Total de colaboradores passa a 800, serão três mil clientes e mais de 50 mil PDV’s incorporados á rede.
Dando sequência à sua estratégia de expansão, o Grupo Linx anuncia a incorporação de mais duas empresas brasileiras de software com atuação no mercado de varejo: a CSI Comércio Soluções Inteligentes e a Intercommerce Retail Software. Com isto, a Linx Sistemas, unidade especializada em soluções de gestão empresarial para o varejo, fortalece sua posição no mercado de redes varejistas de grande porte, entrando através da CSI e Intercommerce em segmentos como material de construção, lojas de departamento, eletro-eletrônicos, supermercados, farmácias e, sobretudo, eleva sua posição para a segunda maior empresa de software do Brasil e a maior softwarehouse para varejo da América Latina.

Com aporte do BNDESPar, Linx parte para aquisiçõesGrupo Linx anuncia incorporação das empresas CSI e Intercommerce e eleva Linx Sistemas à posição de maior software house para o varejo da AL e a segunda maior empresa de software do Brasil. Investimentos em aquisições nos últimos dois anos totalizam R$ 100 milhões. Faturamento em 2010 atingirá R$ 130 milhões e, até 2014, a meta é crescer mais de 200%. Total de colaboradores passa a 800, serão três mil clientes e mais de 50 mil PDV’s incorporados á rede.
Dando sequência à sua estratégia de expansão, o Grupo Linx anuncia a incorporação de mais duas empresas brasileiras de software com atuação no mercado de varejo: a CSI Comércio Soluções Inteligentes e a Intercommerce Retail Software. Com isto, a Linx Sistemas, unidade especializada em soluções de gestão empresarial para o varejo, fortalece sua posição no mercado de redes varejistas de grande porte, entrando através da CSI e Intercommerce em segmentos como material de construção, lojas de departamento, eletro-eletrônicos, supermercados, farmácias e, sobretudo, eleva sua posição para a segunda maior empresa de software do Brasil e a maior softwarehouse para varejo da América Latina.

A partir de hoje, empresas devem entregar arquivo digital para Receita

A ação é destinada a empresas que não são obrigadas a realizar a EFD (Escrituração Fiscal Digital). Elas devem entregar arquivo digital para aReceita Federal com as informações dos documentos de entrada e saída relativos ao período de apuração de crédito, a partir desta segunda-feira,1.

A medida é essencial para o reconhecimento do direito dos créditos das contribuições PIS/Pasep (Programa de Integração Social) e Cofins (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social).

Nova regra
Publicada por meio de instrução normativa no Diário Oficial da União em 21 de dezembro de 2009, a nova regra estabelece que as empresas que apuram créditos das contribuições para o PIS/Pasep e a Cofins com base nos artigos 27 a 29 e 42 da Instrução Normativa, somente terão seus pedidos de ressarcimento e compensação recepcionados pela Receita Federal após a prévia apresentação do arquivo digital.

O arquivo digital deverá ser transmitido por meio do sistema validador e autenticador de arquivos digitais-SVA, disponível no site da Receita Federal, com a utilização do certificado digital válido.
Fonte: Infomoney

Bar de São Paulo inova e pregão de bebidas vira atração

Em simulação, software criado especialmente pela casa calcula o preço médio dos drinks, que oscila conforme a demanda
Wall Street Bar, que abriu suas portas na primeira quinzena de dezembro no Itaim Bibi, traz um conceito inédito de entretenimento e interatividade para a noite paulistana. Inspirada na Bolsa de Valores de Nova York, a casa proporciona a experiência para seus clientes operarem, em tempo real, o preço dos drinques do bar, em um modelo baseado nas negociações de títulos nos pregões.

A casa, dos sócios Fabio Alguim, Christian Montgomery, Thiago Armentano e Thomaz Rothmann, criou uma tecnologia que faz o preço das bebidas oscilarem de acordo com o volume de vendas, obedecendo à lei da oferta e da procura.   Um software especialmente desenvolvido pela casa calcula o preço médio das bebidas. As categorias das “ações” do bar foram montadas graças a uma fórmula criada por economistas, matemáticos e estatísticos. Painéis de LED similares às dos famosos pregões estarão em volta do bar passando as cotações das bebidas para o público, no mesmo estilo das informações das bolsas de valores em todo o mundo.

Quando o bar atinge uma determinada meta de vendas, os preços se estabilizam, voltando ao patamar inicial. As comandas da casa são individuais e, para garantir que não existam conflitos por causa da oscilação de preços, um extrato é produzido para cada pedido confirmado. Os clientes podem fazer suas “ofertas” – isto é, os pedidos de bebidas – por meio de telastouchscreen nas mesas. Este cardápio eletrônico também dá acesso ao menu de petiscos e sanduíches appe (cujos preços são fixos) e a uma interessante jukebox, onde o cliente terá a oportunidade de selecionar a música ambiente da casa.

Entre as bebidas oferecidas estão cervejas, uísques, cachaças e drinques, que vão dos clássicos, como Dry Martíni e Sex on the Beach, até composições temáticas, como o Blue Chips (aperitivo Aperol, suco de maçã, licor Frangelico e energético Everlast), o Hedge (néctar de frutas vermelhas, vodca e licor Creme de Fraise) e o Holding (limão siciliano, tangerina, lichia, vinho do porto branco e refresco de maracujá)

Já o cardápio de petiscos, criado pelo chef Marcelo Giachini, conta com uma série de pratos criados exclusivamente para a casa, como os cones de parmesão com sete tipos de recheio à escolha do cliente, o tartar de salmão com chips de abobrinha e kebabs como o de frango com ameixa, bacon e molho de mel. Giachini, de 32 anos, é formado pela Le Cordon Bleu de Paris e já trabalhou no restaurante Marie, em Bruxelas, na Bélgica, premiado com uma estrela no guia “Michelin”.

A decoração e arquitetura da casa, assinadas pelo famoso arquiteto João Armentano, são inspiradas nos prédios da mítica rua dos negócios de Nova York que batiza o local, com direito a uma reprodução em fibra de vidro do famoso touro de Wall Street logo na entrada. Além do pregão de bebidas, o bar também conta com mesa de sinuca instalada num confortável lounge, com sofás e luz mais baixa. Neste espaço, o cliente terá a opção de conectar seu iPod ou celular a um dock, definindo a música desta área reservada. Algumas paredes terão como decoração o grafite do conceituado artista plástico Loro Verz.