Como gerar informações relevantes no seu Restaurante

Você já parou para pensar a quantidade de dados que são gerados dentro de uma operação de Food Service?

Façamos uma conta rápida, imagina um Restaurante, que faça em média 300 vendas por dia, cada venda, com 4 produtos, e cada produto com 5 itens de insumo.

Num mês, teríamos, 36.000 registros de venda, e num ano, 432.000 registros e mais de 2 milhões de itens na movimentação de insumos, somente decorrente das baixas por venda. Amplie agora, esta loja, fazendo parte de uma rede, de 200 lojas, em um ano…

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Só em itens de venda, teríamos um número de registros que ultrapassaria os 86 Milhões de registros de venda no ano.

Como lidar com este volume de dados para tirar algum proveito? Com absoluta certeza, só através de um bom sistema de automação e gestão, mas será que qualquer um vai servir?

A maioria dos sistemas costumam trazer dados de forma “reta” em relatórios, algo estanque, sem que seja possível interagir com os dados apresentados, muito deles, mostram em forma de tabelas, coluna a coluna, mas com difícil entendimento.

Muitas análises, partem de outras análises, o que quero dizer com isto?

Quantas vezes, ao olhar um determinado relatório, já te deu vontade de apertar uma das células, e ver da onde veio aquele número?

Só que estes relatórios “parados” não permitem este tipo de interação. Como saber quais produtos foram vendidos, em determinados dias, se o seu relatório só vem mostrando, por exemplo, Vendas por SubGrupo?

Daí, você gostaria de saber quais Produtos determinado Garçom vendeu nos dias 3 a 7 de janeiro de 2019, e para isto você precisa ir para outra tela, em outro relatório..

Mas como chegamos nestas informações?

Para resolver estas questões, nasceu há alguns anos, o processo chamado de Business Intelligence ou BI.

Geralmente os BI’s lidam com um volume enorme de dados, e tem ferramentas como visões por drill-down, onde você vai clicando e abrindo os dados até chegar na granularidade que deseja. Os BI’s também trazem visões como dashboards e cockpits, onde através de modelos gráficos, visuais, conseguimos analisar tendências e dados.

Uma ferramenta de BI externa a seu sistema de gestão pode ser um solução, embora possam encarecer seu custo, além de requererem integrações e pessoal especializado para criar as primeiras análises.

Porém, pra faciliar, existem muitas possibilidades que os sistemas de gestão podem fazer para “minerar” estes dados, através de tabelas dinâmicas, usando inclusive o drill-down que mencionei acima.

Para quem não conhece, trouxe abaixo, uma simulação de uma tabela dinâmica, que encontramos em sistemas de gestão, e destacamos a grande facilidade destas funções permitindo que o próprio gestor “arraste” as visoes, por exemplo, se ele quiser ver o vendedor que vendeu os itens, basta ele puxar a célula “Sales Person” e colocar a direita de “Product” por exemplo.. assim, a grade, mostraria cada um dos produtos vendidos por cada vendedor..

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Ou seja, um relatório nunca mais será estanque, você achou que a visao de linha x coluna, seria melhor como coluna x linha, sem problemas, arraste um pra cada lado, e pronto, o relatório se ajusta.

Então, vai ficar no seu sistema que traz em tela, relatórios igual de papel?

Quer mais dicas de como tirar o melhor proveito dos seus milhões de dados de seu restaurante? Me manda um inbox!

Boas vend@s

Marcio Blak, é um entusiasta de tecnologia e varejo, e principalmente do setor de Food Service

Como montar o canal de vendas para seu software?

O dilema do canal é por sua vez um dos temores dos gestores de qualquer empresa em expansão. Principalmente no Brasil que é um país continental, estar somente em SP ou no RJ, não é mais possível para um pleno sucesso de um bom produto ou serviço.

Muitas empresas, principalmente no mercado de software, certamente já se depararam com a dúvida entre expandir, abrindo revendas ou filiais próprias. E, sim, existem várias questões pertinentes aos dois modelos que podem ser discutidas, afinal um software não é um pacotinho que a gente pode mandar pelo operador logístico e pronto.

Indo primeiro pelo lado das filiais próprias, levantaria um primeiro ponto que acho ser sempre um dos principais, é se existe budget – trocando em miúdos: grana – para que possa ser feita a distribuição diretamente por um canal próprio – de filiais. Se existir este funding, acredito que certas praças sejam bem importante estar com as próprias pernas. Não só para marcar bem o território,  mas, e principalmente, para adquirir o conhecimento e mantê-lo dentro de casa, tendo o controle total da operação – e o contato “cheek-to-cheek” com os clientes.

Mesmo com a grana dentro de casa, é importante pensarmos em outros aspectos da ida por filiais, a estrutura gerencial deste formato, caberá principalmente aos executivos da matriz, criando um emaranhado de gestores, que por sua vez liderarão cada uma das filiais. Isto também pode tornar o processo mais burocrático, e eventualmente muito pesado para a organização original sustentar, seja em formato financeiro, seja na questão organizacional. Por isto, se não houver processos, é melhor criá-los antes de dar os próximos passos.

Por outro lado, quando pensamos em uma estrutura pequena, de uma pequena ou média software-house, o que vem logo a cabeça ao pensar em expansão é montar uma rede de distribuição através de um canal de parceiros. Posso falar de experiência própria, que em se tratando de venda de software estilo ERP, montar um canal é tão ou mais caro que montar suas filiais – fora que você ainda reparte boa parte das receitas com seu parceiro – ou se preferir chamar,  sócio!

Sim, de fato, o canal de vendas através de revendas é geralmente o primeiro passo, pois achamos que os investimentos devem ser menores, já que não há relação trabalhista, não há imobilização em escritórios e infra-estrutura, porém, em média, deixamos 40-50% da receita com os parceiros. Fora que deixamos o ativo mais valioso, longe de casa, ou seja, o cliente em si. Pois este se relacionará na ponta, na implantação, no dia-a-dia, com a equipe da Revenda.

Mesmo o canal por revendas pode ser montado de várias formas, no que tange software, por exemplo, pode-se usar a revenda apenas como agente de vendas, pode concentrar o suporte – remoto – na matriz, deixando apenas a implantação nas pontas, ou mesmo se o valor do produto contemplar, pode-se deslocar equipe para fazer a implantação caso-a-caso.

É sabido que independe do canal e formato escolhido, o treinamento, o comprometimento, são quesitos fundamentais.

O engajamento é peça importantíssima para o sucesso de qualquer produto, e sendo um produto como um software, se não houver o comprometimento total, da ponta que desenvolve, com quem vende e com a ponta que implanta e suporta, a cadeia como um todo não ficará satisfeita.

Assim, é importantíssimo que o líder deste projeto esteja bem próximo dos gestores das filiais ou mesmo de cada um dos representantes, para que possa rapidamente aferir se está havendo uma fluidez ou se há muito ruído nas implantações, e ao encontrar problema, possa agir rapidamente, eventualmente até trocando a revenda em determinada região.

No caso do canal por revendas, outro ponto importante a se levar em consideração é o tamanho de cada área de atuação, não permitindo que muitas revendas sejam colocadas na mesma região criando conflito de interesses. Deve-se manter a saúde financeira do negócio viável, tanto para o produtor do software, quanto também para a Revenda, e neste caso, mais revendas na mesma área, estas terão que repartir o bolo que é único, dificultando a sobrevivência individual.

E, claro, falando-se em gestão distribuída, e também já que falamos de software, não podemos esquecer de um bom sistema CRM capaz de gerenciar os leads  de cada região, como as pontas estão atendendo seus clientes, enfim, todo andamento do pré e pós venda.

Uma coisa é certa, como quase tudo em negócios, não existe o certo ou errado. E sim, existe o mais indicado ou menos, para uma determinada situação, portanto, analise o momento de sua empresa, budget, recursos humanos, e faça sua melhor decisão.

Como todo post, este é mais um para abrir a reflexão, claro que boas idéias dvem ser compartilhadas então se você concordar, ou não, deixe seu comments que abriremos a discussão de forma saudável!

Bons Negócios, e precisando de apoio para expandir, entre em contato !!
Marcio Blak, General Manager, www.VarejoEConsultoria.com.br

Gestao eficiente, desafio para o varejo

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Uma das situações que tenho observado no meu dia-a-dia com a consultoria é a dificuldade de operação dos estabelecimentos comerciais, por conta, principalmente, da baixa qualificação dos funcionários e da alta rotatividade, principalmente no setor de alimentação e no pequeno comércio.

O empresário do setor varejista não precisa dar “murro em ponta de faca” para perceber que o gerenciamento de seu negócio tem que se modernizar. Perceber que o mundo mudou, também no comércio, é fundamental para sua sobrevivência. Não é mais possível gerenciar apenas por bom senso, repetindo práticas do passado e o velho, e não tão bom “chutômetro”.

Muitas vezes, o empresário até enxerga a necessidade e chega a contratar o serviço de uma consultoria. Os especialistas chegam na empresa, fazem uma análise minuciosa de todos os processos, realizam a informatização do negócio, informam e orientam sobre as mudanças no processo de gestão e apresentam os resultados.

O novo sistema tem tudo para dar certo, mas na prática não é o que acontece.Por que?

Não há perenidade. Com o fim da consultoria, os resultados somem porque os processos não são aplicados ou mantidos, não entram na corrente sanguínea da empresa. Aí, o investimento na consultoria vai por água abaixo.

Neste novo mundo dos negócios, é necessário perceber que a capacidade gerencial é o maior recurso de uma empresa.

Para se obter lucro sobre o investimento, é preciso não deixar a marca à deriva, sob o fogo cerrado dos concorrentes. A função de uma consultoria de varejo é criar estratégias, apontar caminhos de maior eficiência e imprimir um escudo protetor para garantir o sucesso da empresa.

Geralmente é feito com a implantação de um bom sistema de gestão informatizado – conhecido como ERP. Mas, sem uma visão clara do empresário sobre essa necessidade de mudança, bem como a colaboração ativa de seus gerentes e funcionários, essa mudança não acontece, o processo não deslancha.

Os gerentes, principalmente, precisam ter um amplo conhecimento do sistema de gestão implantado. Se não houver domínio sobre os métodos e técnicas necessárias para se atingir metas, elas não serão atingidas e a empresa perde tempo e principalmente, dinheiro. Mas, mais do que tudo, é preciso ter processos definidos. Mas, isto, já é assunto para outro post…

E você o que achou deste tema? Complemente nos comments.

Bons negócios ! Se a gente ainda não está conectado, é só me adicionar.

Marcio Blak, General Manager da www.VarejoEConsultoria.com.br

A Automação e o sucesso – O alimento necessário para o crescimento do seu negócio

A Automação e o sucesso – O alimento necessário para o crescimento do seu negócio

 

por Marcio Blak, Especialista e consultor em automação comercial, para Revista Cozinha Profissional, EDIÇÃO 133 – Novembro / Dezembro 2012


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Sete cuidados ao montar um negócio virtual

Link Patrocinado – Faça suas compras para o Dia das Maes na Sofisticada.com.br e ainda concorra a uma linda bolsa CLIO.

No Brasil esse tipo de mercado vem se expandindo muito, mas é preciso estar atento para transformar o empreendimento em uma loja virtual de sucesso

Cada vez mais novos empreendedores estão aderindo ao negócio pela internet. Entre um dos principais fatores para essa decisão está na praticidade de não precisar ter um espaço (loja física), custos de manutenção reduzidos e estar disponível ao público 24 horas por dia, sete dias por semana.
Além disso, há uma crescente também no número de consumidores desse mercado. Diariamente milhões de pessoas acessam portais de leilão, lojas virtuais e outros web sites de comércio virtual atrás de preços mais baixos, comodidade, além de poupar tempo e trabalho de ir até uma loja física.
Somente no ano passado, as compras feitas pela internet totalizaram mais de R$ 10 bilhões no ano passado, e para este ano, a previsão é de pelo menos 30% de crescimento, segundo pesquisa realizada pelo e-bit.
Mas apesar do crescimento do comércio online, o especialista Marcio Blak, da Varejo e Consultoria e diretor da boutique virtual Sofisticada, alerta que não basta apenas montar um site para garantir o sucesso do empreendimento e uma fatia do bolo do crescimento do e-commerce. “Para o negócio dar certo, é necessário ter um planejamento e toda infra-estrutura que permita a viabilidade da loja virtual. Se o site não oferecer a praticidade que o internauta busca, como, por exemplo, encontrar a informação até o terceiro clique, o consumidor não voltará e ainda ficará com uma imagem negativa da sua marca”.
Veja as dicas do especialista Marcio Blak pra quem quer montar um negócio virtual e obter os melhores resultados do e-commerce:
1 – Faça um planejamento cuidadoso do seu empreendimento. Assim como para uma empresa física, defina a missão, o objetivo e os valores do seu negócio.
2 – Aponte todos os possíveis custos: montagem do site, manutenção, quais ferramentas que terá que contratar para o seu e-commerce, os custos com estoque e como serão as despesas de logística (via Correios ou empresa terceirizada), e como estes custos serão absorvidos.
3 – Verifique quais serão as formas de pagamento ao cliente e lembre-se que se for transação via cartão de crédito ou débito, há uma taxa a ser paga.
4 – É importante sua loja virtual estar nas principais redes sociais, como twitter, facebook, Orkut e MSN. O contato direto com o consumidor fortalecerá a imagem da empresa e permitirá uma divulgação mais rápida de promoções e ações de marketing.
5- Acompanhamento das demandas do site em tempo integral e, se possível, disponibilizar um chat, que tem grande aceitação pelo público.
6 – Muitas pessoas optam por estruturar seu negócio em um blog. Não recomendo, porque, por mais que as ferramentas hoje estejam mais completas e o custo seja menor do que montar um site, não passa a credibilidade necessária em um e-commerce.
7 – Atualização diária é um dos itens mais importantes para reter a atenção do consumidor. Se perceber que o site está há dias desatualizado, ele perde o interesse. Afinal, o público internauta é ávido por notícias atualizadas.
Muitas pessoas tiram sua renda inteira vendendo produtos na Internet. Caso você esteja pensando em abriu em negócio virtual, tenha em mente que para seu empreendimento dá certo será preciso muito empenho, dedicação e planejamento.

Os executivos ainda dedicam a maior parte do tempo ao operacional e tático

R. Kaplan – Lucratividade e Estratégia

Confira a primeira parte da apresentação de Robert Kaplan no Fórum Mundial de Lucratividade, organizado pela HSM.
O renomado palestrante, Robert Kaplan, expert na conexão entre estratégia e execução, foi o primeiro palestrante do Fórum Mundial de Lucratividade 2009, que inicia nesta 3ª-feira (24/03), em São Paulo. Ele falou sobre as duas primeiras fases de um sistema eficaz de gestão e sobre como cortar despesas em tempos difíceis.
Kaplan comenta suas pesquisas: “Os executivos dizem que o mais importante é poder executar a estratégia, mas dedicam a maior parte do tempo ao operacional e tático”. Para Kaplan, o Balanced Scorecard (BSC), criado por David Norton e ele, ajuda a evitar essa lacuna. No Brasil, HSBC, Pronto e Gerdau são organizações que tiveram desempenho acima da média com o uso do BSC.
O sistema de gestão eficaz, na visão de Kaplan, é dividido em seis fases. A primeira é a da formulação estratégica, que passa pela reafirmação dos propósitos das organizações (análise da missão, da visão e dos valores), bem como a redefinição das metas. Segundo o palestrante, empresas líderes continuam a definir objetivos ousados: “O mais difícil para um líder é assumir uma empresa bem-sucedida e desafiá-la, como fez Jack Welch. Ele definiu que a GE seria a primeira ou a segunda em todos os setores em que atua.”
O palestrante recomenda que o texto da estratégia seja formulado no formato OVR: Objetivo, Vantagem e Raio de Ação. Utilizando o exemplo da Southwest Airlines, menciona que o objetivo pode ser “permanecer a empresa mais lucrativa sediada nos Estados Unidos”, enquanto que a vantagem “oferecendo a rapidez das viagens aéreas com o preço, a frequência e a confiabilidade de carros, ônibus e trens” traduz como a empresa chegará ao objetivo. Finalmente, o raio de ação localiza o público a ser atingido. No exemplo da companhia aérea, lê-se: “para viajantes preocupados com preço, que valorizam voos convenientes”.
A tradução da estratégia é a segunda etapa do sistema que Kaplan propõe. Nessa fase, devem ser adotados os mapas da estratégia e o BSC. Pelo mapa, a empresa define e comunica o seu foco. Nele, se veem quatro perspectivas fundamentais: a financeira; a da proposição de valor do cliente; a dos processos que criam valor e a do aprendizado e crescimento. O BSC, por sua vez, é uma ferramenta que se baseia na necessidade de medir desempenho em função das prioridades do mapa.
Definindo prioridades e cortes
O especialista sugere que seja feito um cruzamento entre as iniciativas existentes na empresa e os objetivos do BSC. “Há iniciativas que, mesmo com sucesso, não têm impacto sobre nenhuma medida estratégica. Também há objetivos não atrelados a nenhuma iniciativa”, explica. Assim, é possível verificar onde a empresa acerta e onde falha.
A partir daí, é preciso definir os recursos. “Em tempos difíceis, o primeiro instinto do gerente é diminuir os gastos com a estratégia, porque isso não traz consequências no curto prazo”, constata. Mas são essas iniciativas que nos sustentam na crise, para emergirmos mais fortes. São, então, despesas estratégicas. “É importante saber onde cortar, sem sacrificar capacidades futuras”. O sistema de Kaplan fornece uma maneira mais racional de decidir sobre os cortes.

HSM Online
24/03/2009

Conheça 10 métodos para monitorar as necessidades do seu cliente

nao eh bem um assunto tecnologico, mas bastante interessante.. mesmo que sendo obvio, vale sempre a pena revisitar…

Toda empresa deve ter como prática diária a atenção e o monitoramento das necessidades e expectativas dos clientes. Há diversos métodos para se fazer isso. A empresa pode: desenvolver o seu sistema de informações do mercado e dos clientes usando suas competências internas; contar com a ajuda de profissionais especializados em pesquisas de mercado e outros estudos mais complexos; capacitar sua equipe para o uso de métodos mais simples, porém eficazes para determinados objetivos e para uma compreensão mais geral do que o cliente fala.

Conheça alguns desses métodos:

Pesquisas internas

Enquetes conduzidas pelo pessoal de atendimento, por ocasião da estada dos clientes na empresa.
Podem ser:
curtas e superficiais, entregues aos próprios clientes para que respondam;
ou estimuladas, dirigidas, nas quais um pesquisador faz as perguntas aos clientes.

Os itens pesquisados variam conforme os objetivos da pesquisa.

Pesquisas de campo

São pesquisas realizadas no âmbito externo da empresa, no mercado, entre consumidores e não-consumidores, com objetivos diversos:
avaliação da imagem;
população de consumidores;
prospecção de clientes;
novos serviços.

Geralmente, essas pesquisas são conduzidas por profissionais mais experientes, por envolver técnicas estatísticas e específicas.

Telemarketing

Um dos canais eficazes de comunicação com os clientes é o telefone. Linhas próprias de 0800 podem ser implantadas com o objetivo tanto de ouvir os clientes que buscam o serviço (telemarketing receptivo) como de realizar pesquisas (ativo), vendas e tentativa de conquistar novos clientes.

Grupo de foco

Um pequeno grupo representativo de clientes é convidado a discutir vários temas. Um moderador conduz o debate para assuntos de interesse da empresa.

Cliente-auditor

Um cliente é convidado a utilizar o serviço e a registrar suas observações em um questionário.

SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente)

Esse sistema vai além de um instrumento de pesquisa. Ele é um verdadeiro departamento de atendimento aos clientes.

Pesquisa pós-serviço

Geralmente, é realizada no momento da conclusão da prestação do serviço. Pode ser feita na forma de visita aos clientes após a prestação do serviço, na residência ou em outro ambiente. Essa é uma prática ainda pouco comum. Pode trazer grande impacto
e repercussão, gerando fidelidade.

Ouvidoria

sistema que permite ouvir o cliente para melhor atendê-lo, estando disponível a todo momento. Geralmente é um serviço por telefone, mas pode ser presencial, dependendo da forma que a empresa considera mais estratégica.

Caixa de sugestão

Instrumento de fácil compreensão em que os clientes e até mesmo os colaboradores deixam, num formulário próprio, suas sugestões sobre todos os aspectos relativos aos produtos e aos serviços daquela empresa.

Canais de comunicação

Além de ouvi-los sistematicamente, é indispensável à empresa criar canais para falar aos clientes e a todos os parceiros, transmitindo a eles seus valores, sua visão, seus serviços, sua filosofia de trabalho.

Nesse processo de comunicação, podem ser utilizados: jornal; revista; outdoor; site; folder; boletim, etc.

Um fator importantíssimo deve ser destacado: todos os métodos descritos garantem à empresa ouvir o cliente após a prestação do serviço.

Porém, ao longo de todo o tempo, devemos desenvolver habilidades para melhor interagir com os clientes no primeiro momento, no instante em que ele está em contato conosco e na hora da prestação do serviço.

O momento da relação do prestador do serviço com o cliente também deve ser uma ocasião para ouvi-lo e conhecê-lo. Isso será possível e renderá ao prestador de serviços ótimos resultados.
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Sobre o autor: Flávia Alves de Brito Lacerda. Fonte Gestão da Qualidade Parcerias Eficazes.
Este texto é de responsabilidade do seu autor não refletindo, necessariamente, a opinião do Sebrae/RJ